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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Rádio Senado debate homofobia



INSTITUCIONAL
08/04/2009 - 19h49




A Rádio Senado apresenta neste fim de semana a reportagem especial O Homossexualismo e o Preconceito. A intenção é debater o preconceito contra os homossexuais e discutir ideias para mudar esse comportamento. A reportagem especial também trata das causas desse tipo de discriminação e do projeto, em análise no Senado, que estabelece punições para a homofobia - a aversão ao homossexualismo.


Também na sexta-feira, às 7h30, o programa Visão Política apresenta um panorama da evolução dos partidos políticos brasileiros desde a redemocratização do país. O professor Scott Mainwaring, da Universidade Notre Dame, em South Bend, nos Estados Unidos, é o convidado do programa para debater sobre o mais longo período democrático brasileiro. Mainwaring é autor do livro Sistemas Partidários em Novas Democracias: O caso do Brasil e coautor de Partidos Conservadores no Brasil Contemporâneo.


No fim de semana, o programa Brasil Regional apresenta o violonista Renato Andrade. O músico é considerado o "Guimarães Rosa da Viola" em razão das "sinfonias caipiras" que executa. O trabalho é resultado de seu vasto conhecimento musical aliado à sonoridade da roça. O Brasil Regional vai ao ar no domingo (12) às 8h, com reprise na segunda-feira (13) às 23h.


Na segunda-feira, o programa Fique por Dentro da Lei debate o sistema de aposentadoria em 30 minutos com o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Valdir Moisés Simão. Desde o início de 2009, o INSS promete liberar em apenas 30 minutos os pedidos de aposentadorias por idade dos trabalhadores urbanos. Ele também tira dúvidas sobre a aposentadoria de trabalhadores rurais e a concessão do benefício por tempo de contribuição e por invalidez.


Os ouvintes de Brasília (DF) podem sintonizar a Rádio Senado na estação 91,7 FM, e os de Natal (RN), na 106,9 FM. Na Internet, é possível acompanhar a programação ao vivo pelo endereço eletrônico www.senado.gov.br/radio. No mesmo site, há ainda o serviço Rádio Agência para que rádios cadastradas possam fazer o download do conteúdo escolhido e reproduzi-lo. A Rádio Senado também é transmitida em Ondas Curtas (OC), com programação diferenciada, pela freqüência 6990 KHz, na faixa de 49 metros, para as Regiões Norte e Nordeste e para alguns estados da Região Centro-Oeste.




Da Redação / Agência Senado

segunda-feira, 9 de março de 2009

Justiça da Califórnia tem 90 dias para decidir se casamento gay volta a ser permitido.


A Suprema Corte do Estado americano da Califórnia ouviu na noite dessa última quinta-feira, dia 5 de março, os argumentos a favor da anulação da Proposition 8, medida que proibiu o casamento gay no estado em novembro passado. Sete juízes ouviram os argumentos e têm 90 dias para decidir se o casamento entre pessoas do mesmo sexo passa a ser permitido na Califórnia, assim como se continua válido para os 18 mil pares que se casaram entre maio e novembro de 2008 quando o casamento foi legalizado pela mesma corte.Ao total 43 pessoas e instituições, que ganharam a condição de “amigos da corte”, incluindo grupos religiosos, educacionais, sociais, entre outros, manifestaram perante a justiça o pedido de banir a Proposition 8. Defensores dos direitos LGBT alegam que é inconstitucional e discriminatório definir o casamento como a união apenas entre um homem e uma mulher.“A Proposition 8 ameaça não somente os direitos dos pares do mesmo sexo se casarem, como o direito de todos os californianos serem tratados como cidadãos livres e iguais (...) Nossa Constituição é baseada no princípio de que a maioria deve respeitar os direitos de grupos minoritários”, afirmou Shannon P Minter, diretor do National Center for Lesbian Rights.Proposition 8, com 52,1% dos votos, a medida que baniu o casamento gay na Califórnia foi aprovada em novembro passado no mesmo dia das eleições presidenciais. A campanha pela aprovação da Proposition 8 partiu da organização Protect Marriage, que arrecadou mais de um milhão de assinaturas e US$ 74 milhões. Com arrecadação inferior, as organizações a favor do casamento gay ganharam o apoio de grandes corporações e personalidades, como Brad Pitt, Steven Spielberg, Google, Apple, entre outras.



Fonte: G. Online

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ao entender que se trata de uma opção, 99% se dão ao direito de discriminar homossexuais.

Estudo revela:
99% dos brasileiros têm preconceito
contra homossexuais
Chega a 99% a fração de brasileiros que manifestaram ter algum grau de preconceito contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, o público LGBT. É o que revela um estudo conduzido pela Fundação Perseu Abramo e pela fundação alemã Rosa Luxemburgo Stiftung, que entrevistaram mais de dois mil adultos nas cinco Regiões do país.
Um dos coordenadores da pesquisa, Gustavo Venturi, esclarece que se feita a pergunta direta “você tem preconceito contra o público LGBT?”, nem todos diriam. Assim, após uma série de questões, a pesquisa conseguiu captar de forma indireta a manifestação do preconceito.
O estudo revela que a homossexualidade é um pecado contra as leis de Deus para quase 60% dos entrevistados. Aproximadamente 50% dos brasileiros disseram ser contra a união entre pessoas do mesmo sexo. E cerca de 30% apontam a homossexualidade como uma doença.
O coordenador Venturi revela uma das razões para os altos índices:
“A sociedade brasileira ainda não encara o preconceito contra o LGBT como algo tão grave como contra outros segmentos da população. Um exemplo disso é o fato de que o PLC 122/2006 [Projeto de Lei], que pretende criminalizar a homofobia, está parado no Senado Federal, enquanto, o crime contra racismo já foi tipificado em lei.
”Venturi ressalta que outro fator que reforça o preconceito está na concepção de preferência sexual:
“Ao entender que se trata de uma opção, de uma escolha, algumas pessoas, ainda que inconscientemente, raciocinam da seguinte forma: ‘Bem, se o fulano ou a fulana decide ser homossexual, isso é um escolha deles, portanto é um problema deles. Eu me dou o direito de criticar essa escolha, ou seja, de puni-los e descriminá-los’.”
Desirèe Luíse
De São Paulo, 10/02/09
Da Radioagência NP

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

José Sarney (novo presidente do Senado) não se interessa por temas como o casamento gay

Novo presidente do Senado foge de temática gay


(Brasília) Se depender do comando do Senado, a cidadania de pessoas com orientação sexual diferente (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) não estará na pauta da Casa. Eleito com 49 votos, o senador José Sarney já demonstrou que não tem interesse em temas como o casamento gay.


Sobre a união de pessoas do mesmo sexo, o senador de 78 anos, disse que a lei atual já garante "os direitos de companheiros". A declaração foi dada ao jornal Folha de São Paulo. Ele também citou o caso da adoção por casais gays ser possível do jeito que a legislação está.


O senador Aldo Rebelo (PC do B/SP) disse à reportagem da Folha que defende uma legislação que garanta os direitos dos homossexuais. "A lei deve proteger os direitos dos cidadãos, independentemente de sua orientação sexual" disse Rebelo.


O novo presidente do Senado disse também à reportagem da Folha que é contra o fim de restrições ao aborto. A postura, nesse caso, é totalmente conservadora. Uma das suas primeiras medidas será reunir a Comissão Diretora do Senado para cortar em 10% os gastos.



Fonte: do jornal Folha de
São Paulo e da Agência Senado


Johanna Sigurdardottir, primeira gay assumida a se tornar líder mundial

Johanna Sigurdardottir

REYKJAVIK, ISLÂNDIA - A social democrata Johanna Sigurdardottir assumiu no dia 01/02/2009 o cargo de primeira-ministra da Irlândia, tornando-se a primeira chefe de governo no mundo assumidamente gay.


Johanna Sigurdardottir, 66 anos, é casada com uma jornalista e, até agora, era ministra de Assuntos Sociais.


A coalizão minoritária entre os partidos Social-Democrata e Esquerda-Verde que a levou ao poder substitui a coalizão do primeiro-ministro Geir Haarde, forçado a renunciar no último dia 26 de janeiro diante da escalada de protestos por causa da crise econômica.


O novo governo não deve existir por muito tempo, já que Haarde convocou eleições para Maio antes de renunciar, e a data foi antecipada para Abril pelos partidos.


“Durante o pequeno tempo que esse governo existir, nós vamos enfatizar a assistência aos negócios e as famílias”, afirmou Sigurdardottir.