
Os executivos de um canal de televisão britânico resolveram enfrentar a revolta de alguns grupos e exibir o filme Jihad do Amor (Jihad for Love), do cineasta indiano Parvez Sharma, na última terça-feira, 3 de março.
Segundo o site Pinknews.co.uk, Sharma disse que recebeu ameaças de morte em seu blog depois de ter feito o filme. “Alguns países o proibiram. Eu fui chamado de renegado porque os mulçumanos acham que eu insultei o Islã, mas eu acho que isso abrirá um debate”, disse o diretor.
Líderes islâmicos no Reino Unido chamaram o documentário de ofensivo. “Essas pessoas não deveriam confessar seus pecados às câmeras de TV. Deveriam fazer isso em particular com Deus e procurar o perdão”, disse um líder religioso na segunda-feira (2). Uma porta-voz do canal defendeu o filme dizendo que ele foi bastante aclamado em festivais internacionais.
Em setembro de 2008, o diretor do filme veio ao Brasil e em entrevista ao G Online, ele disse que, de um modo geral, as reações ao filme foram favoráveis, inclusive no Brasil. O filme relata três histórias, a do sul-africano Mushin Hendricks, condenado por assumir publicamente sua homossexualidade, a do joven Mazen, preso em uma boate gay no Egito e a de uma jovem lésbica na Turquia.
Segundo o site Pinknews.co.uk, Sharma disse que recebeu ameaças de morte em seu blog depois de ter feito o filme. “Alguns países o proibiram. Eu fui chamado de renegado porque os mulçumanos acham que eu insultei o Islã, mas eu acho que isso abrirá um debate”, disse o diretor.
Líderes islâmicos no Reino Unido chamaram o documentário de ofensivo. “Essas pessoas não deveriam confessar seus pecados às câmeras de TV. Deveriam fazer isso em particular com Deus e procurar o perdão”, disse um líder religioso na segunda-feira (2). Uma porta-voz do canal defendeu o filme dizendo que ele foi bastante aclamado em festivais internacionais.
Em setembro de 2008, o diretor do filme veio ao Brasil e em entrevista ao G Online, ele disse que, de um modo geral, as reações ao filme foram favoráveis, inclusive no Brasil. O filme relata três histórias, a do sul-africano Mushin Hendricks, condenado por assumir publicamente sua homossexualidade, a do joven Mazen, preso em uma boate gay no Egito e a de uma jovem lésbica na Turquia.
Reportagem: Yoki Brook
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